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Redes Sociais

Facebook e Instagram pagam usuários para desativar conta nos EUA

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Photo: google

Facebook quer entender o impacto de suas redes sociais (Facebook e Instagram) nas eleições. Para isso, a empresa está realizando uma pesquisa com estratégias bem diferentes. Nos Estados Unidos, eles estão pagando para que usuários desativem suas contas nas redes antes da eleição presidencial marcada para novembro.

Redes sociais / imagem: dole777

Elizabeth Dwoskin, repórter do The Washington Postdivulgou em sua conta no Twitter algumas imagens da abordagem do Facebook e os valores oferecidos: a pessoa pode manter o seu perfil desativado por uma semana ou mais (até seis semanas) e os valores para isso variam entre 10 e 20 dólares.

A inativação começa no final deste mês e, de acordo com o Facebook, após as eleições de novembro, o membro terá que responder um questionário.

“Qualquer pessoa que optar por participar — seja completando pesquisas ou desativando o Facebook ou Instagram por um período. Isso é bastante normal para este tipo de pesquisa”, disse Liz Bourgeous, porta-voz da companhia.

No dia 31 de agosto, a empresa de Mark Zuckerberg divulgou um comunicado no qual informava que iria iniciar uma pesquisa para analisar o impacto do Facebook e do Instagram na democracia.

“Estamos anunciando uma nova parceria de pesquisa para entender melhor o impacto do Facebook e Instagram nas principais atitudes e comportamentos políticos durante as eleições dos EUA em 2020”, diz o comunicado.

“Precisamos de pesquisas mais objetivas, imparciais e empiricamente fundamentadas. Precisamos entender melhor se a mídia social nos torna mais polarizados como sociedade ou se reflete amplamente as divisões que já existem”.

A gigante espera que entre 200 e 400 mil pessoas possam participar do estudo até as eleições deste ano. Ainda segundo o comunicado, o usuário poderá ser convidado a “participar de pesquisas”, “ver uma experiência diferente dos produtos da empresa”, entre outros. A companhia não deve divulgar os resultados do estudo.

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Redes Sociais

Stories do Instagram começam a ser exibidos no Facebook para alguns usuários

Empresa continua a avançar com seus planos de integrar todas as plataformas

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Facebook

Os stories do Instagram estão começando a aparecer para alguns usuários do Facebook, o que indica que é algo que passará a ser implementado para todas as pessoas que estão na plataforma. Isso faria parte dos planos da companhia de integrar todos os seus aplicativos de mensagem, algo que já foi confirmado por alguns executivos.

De acordo com o site Neowin, a primeira pessoa a relatar o novo recurso foi Audreyfundadora do ec.wife. Ela recebeu uma notificação dizendo que os seus seguidores agora podem escolher ver stories do Instagram diretamente no Facebook.

Segundo a mensagem do aplicativo, isso aparece apenas para os seguidores do Instagram que têm suas contas ligadas com o Facebook. Isso significa que os seus amigos do Facebook que não o seguem no Instagram estarão impedidos de ver os stories em outras plataforma.

Mais tarde, o diretor de conteúdo do site The Next Web, Matt Navarra, confirmou que a rede social de Mark Zuckerberg está testando a nova opção de integração. Ele conversou com o gerente de comunicações do Facebook, Alexandru Voica, para trazer mais detalhes sobre a novidade.

No momento, para utilizar a funcionalidade, é preciso ter a sua conta do Facebook vinculada a uma conta do Instagram. Depois disso, é necessário optar manualmente para ter seus stories exibidos na outra rede social.

“O recurso respeita todas as configurações de privacidade existentes e as pessoas no Instagram podem escolher não ter seu story visível no Facebook. Isso é um teste limitado por enquanto, e vamos ouvir o feedback da nossa comunidade”.
Alexandru Voica, gerente de comunicações do Facebook

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Redes Sociais

Banco Central vai liberar o uso do WhatsApp Pay no Brasil, diz Campos Neto à Bloomberg

Presidente do BC disse que o serviço “será aprovado”, mas que a proposta do Facebook era grande demais para ser acelerada

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SÃO PAULO – O Banco Central deve aprovar o WhatsApp Pay no Brasil, serviço que permitirá a realização de pagamentos por meio da rede social de mensagens, que pertence ao Facebook.

Segundo informações da Bloomberg, Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, disse que o recurso “será aprovado” durante participação no fórum Bloomberg Emerging + Frontier, nesta quarta-feira (02).

O presidente do BC afirmou que, inicialmente, a autoridade considerou a proposta do Facebook grande demais para ser acelerada.

“Foi um arranjo grande, com mais de 100 milhões de pessoas, então poderia influenciar o mercado. Pedimos a eles que seguissem a trilha normal de autorização como qualquer outro acordo”, afirmou à agência de notícias. “A principal preocupação que tínhamos era se isso iria promover a competição e proteger os dados das pessoas”, completou.

De acordo com a Bloomberg, o Facebook estaria buscando a liberação da parceria com a MasterCard e a Cielo, mesmo enquanto o BC discute alternativas com outros participantes.

Campos Neto disse ainda que conversou com a Alphabet sobre como disponibilizar o Google Pay no Brasil e também com o CEO do Paypal, Daniel Schulman.

Questionado se o WeChat – rede social chinesa e aplicativo de pagamento da Tencent – também poderia tentar entrar no país, ele disse que mesmo que todas as empresas sejam bem-vindas, o BC vai olhar para a “fragmentação do mercado”, porque quando “há aglomerados independentes, eles não estão conectados e torna-se muito difícil para o Banco Central monitorar”.

A notícia chega pouco mais de dois meses após a proibição do lançamento da função de pagamento do aplicativo de conversas.

O BC suspendeu o serviço que acabara de ser anunciado no fim de junho. Depois, no início de agosto, a entidade monetária divulgou uma nota liberando os testes, desde que não fossem executadas operações reais com usuários.

As bandeiras de cartões Visa e Mastercard já haviam pedido uma solicitação ao BC para atuar diretamente no app e têm prestado as informações solicitadas.

InfoMoney entrou em contato com o Facebook. Em nota, a empresa afirmou que ainda não há previsão de liberação do serviço. “Apesar do diálogo constante com o BC, ainda não há previsão de liberação de pagamentos no WhatsApp”.

Contatada, a Cielo também informou que segue em “compasso de espera” e que não foi informada oficialmente sobre qualquer avanço no processo.

Como vai funcionar

No anúncio de lançamento do serviço, o Facebook havia informado que o recurso funcionaria, inicialmente, para clientes do Banco do Brasil, Nubank e da Sicredi que tivessem cartões das bandeiras Visa e Mastercard. O recurso funcionaria em parceria com a Cielo. Mas a rede social já tinha deixado claro que o modelo seria aberto e que novos parceiros poderiam surgir no futuro.

Se aprovado, o pagamento no WhatsApp será ativado pelo Facebook Pay. As transferências e pagamentos serão protegidos por várias camadas de segurança, como o PIN do Facebook Pay ou a biometria em dispositivos que possuem o recurso.

As transferências de pessoa para pessoa poderão ser feitas apenas com cartões de débito. Os usuários terão limite de R$ 1 mil por transação e 20 operações por dia, mas com um limite global de R$ 5 mil por mês.

Já o pagamento às empresas não terá limite de valor e poderá ser feito com cartões de débito e crédito, mas inicialmente o recurso também só estaria disponível para companhias que têm conta nas três instituições financeiras citadas acima.

Somente transações dentro do Brasil e em reais serão autorizadas e os consumidores serão isentos de taxas ao realizar transferências ou compras.

Ao vincular uma conta Cielo existente ou criar uma nova e habilitar o Facebook Pay, as pequenas e médias empresas que usam o aplicativo WhatsApp Business poderão solicitar e receber pagamentos ilimitados no crédito ou débito, oferecer reembolsos e obter suporte 24 horas por dia.

Os comerciantes pagam uma taxa fixa de 3,99% por transação. As taxas da Cielo variam entre 2,39% (débito) a 4,99% (crédito), segundo informações do site da adquirente.

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Redes Sociais

40% dos norte-americanos apoiam decreto de Trump sobre TikTok

40% dos norte-americanos apoiam a ameaça do presidente Donald Trump de proibir o aplicativo de vídeos TikTok, se este não for vendido a um comprador dos EUA, mostrou pesquisa Reuters/Ipsos.

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A pesquisa foi divulgada nesta segunda-feira (31) e entrevistou 1.349 adultos nos Estados Unidos. Um decreto de Trump força a ByteDance a vender suas operações TikTok nos EUA até 15 de setembro. Cerca de 30% dos entrevistados disseram ser contra a medida, enquanto outros 30% disseram que não sabiam.

As respostas estão amplamente alinhadas de acordo com o partido do entrevistado, e muitos daqueles que concordaram com o decreto de Trump disseram não saber muito sobre o TikTok. Entre os republicanos, 69% disseram apoiar a decisão do presidente, mas apenas 32% disseram estar familiarizados com o aplicativo. Já entre os democratas, 21% também apoiaram o decreto de Trump e 46% disseram estar familiarizados com o TikTok.

Os números sugerem que a maioria dos norte-americanos tinha apenas “um conhecimento passageiro da marca”, disse Dipanjan Chatterjee, vice-presidente e principal analista da Forrester Research. Chatterjee disse que as atitudes negativas são provavelmente resultado da retórica pública em torno de TikTok – e do aumento das tensões com Pequim.

“Claramente houve uma politização do TikTok”, disse ele.

Os norte-americanos também pareciam ser mais críticos da empresa chinesa do que das empresas de tecnologia dos EUA: 47% dos entrevistados disseram ter posições muito desfavoráveis, um pouco desfavoráveis ou “inclinam-se para desfavoráveis” em relação ao TikTok. Porém, apenas 11% disseram ter impressões igualmente desfavoráveis da Amazon – a maior varejista online do mundo que está enfrentando acusações de comportamento anticompetitivo de ambos os lados do espectro político dos EUA.

A pesquisa Reuters/Ipsos foi realizada online, de 25 a 27 de agosto nos Estados Unidos. A pesquisa tem margem de erro de cerca de 3 pontos percentuais.

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